ENTREVISTA COM FERNANDO RUI: AUTOCONHECIMENTO PARA INQUIETOS

“Tem alguma coisa acontecendo dentro de você que gostaria de agir e não está agindo. É possível que você não saiba o que é. Talvez saiba.

E a verdade é que nada é sempre claro e cristalino como as águas de Fernando de Noronha. É possível que você queira algo que não saiba o que é. Talvez você queira mudar tudo, carreira, vida pessoal, talvez seja a cidade…

Talvez, criar algo grande, importante.

Independentemente do nível em que você está, eu chamo isso de inquietude. Algo desalinhado dentro de você.”

Entrevista com Fernando Rui - Blog

Olá, tudo bem?

Aqui é o Matheus e este trecho que você acabou de ler pertence ao livro “Autoconhecimento Para Inquietos: alimente sua coragem e ousadia para ser você mesmo e recriar sua história”, lançado no final de 2016 pelo Fernando Rui.

Autoconhecimentos Para Inquietos - Fernando RuiFizemos uma entrevista relacionada ao tema na mesma época, com os seguintes objetivos:

  • Discutir a importância do autoconhecimento;
  • Ensinar como se autoconhecer e se auto-reconhecer (incrível isso!);
  • Saber o que fazer com os desejos mais fortes e significativos encontrados dentro de você.

Além de falar um pouquinho sobre o ebook também, é claro!

Tenho certeza de que este conteúdo será muito proveitoso. Será que assim você consegue resolver a sua inquietação e agir sobre ela?

Continue lendo e confira o bate-papo para descobrir!

 

QUAL É A SUA INQUIETAÇÃO?

Autoconhecimento - Fazer o novo ou diferente

Fui aluno do Fernando em seu treinamento online, chamado Believer. Desde então, passamos a conversar e aprendi muito com ele.

Na verdade, diria até que foi o meu primeiro contato com alguém que, realmente, conseguiu me levar a obter mais clareza sobre quem sou.

Por isso, quando ele me perguntou se poderia ler seu livro antes do lançamento e dar o meu feedback, me prontifiquei imediatamente.

Sabia que haveria mais coisa boa lá pra mim. E teve. Agora, o meu desejo é levar isso para ainda mais pessoas, a fim de que elas também se beneficiem.

Antes, quero propôr um desafio para você.

Leia as inquietações abaixo e veja se existe alguma com a qual se identifica.

“Você pode querer abrir uma empresa, talvez não, talvez mudar a carreira, talvez não, escolher sua vida com convicção e clareza. O fato é: Fazer algo diferente, algo alinhado com suas paixões e valores!”

(Fernando Rui)

  • Pensa em empreender, mas nunca entrou em ação;
  • Tem uma ideia, afogada no medo, na dúvida e na insegurança;
  • Receia perder tudo e parecer ridículo;
  • Quer fazer algo com mais propósito, diferente do que faz hoje;
  • Possui um projeto e deseja levá-lo a outro patamar.
  • Gostaria de mudar, mas não sabe quando e nem como.

Parafraseando o Fernando, se você respondeu sim a qualquer uma dessas situações, existe uma grande chance de termos uma conexão forte entre nós aqui!

 

PERGUNTAS & RESPOSTAS

1. Olá, Fernando! Tudo bem? Apresente-se. Conte-nos um pouco da sua trajetória. Fica à vontade pra falar do que você faz, como chegou até aí, qual seu propósito, sobre o livro que acabou de escrever, etc.

FR: É sempre difícil falar da gente, né? Por que será?

Isso faz parte do autoconhecimento sobre o qual vamos conversar aqui.

Bom… meu nome é Fernando Rui e eu sou um eterno aprendiz. Isso define a minha trajetória. Um aprendiz, um curioso.

Sou escritor, coach e, através de processos de autoconhecimento, fui descobrindo que eu poderia, e deveria, ajudar outras pessoas para que elas pudessem:

  • Se conhecer melhor;
  • Mudarem suas vidas;
  • Eliminarem suas crenças negativas;
  • Alcançarem seus objetivos.

Então, comecei a trabalhar intensamente nisso.

Como um propósito de vida, como uma missão.

 

2. Nesse mundo louco onde a gente vive hoje, uma coisa muito presente é o fato das tecnologias economizarem muito nosso tempo. Entretanto, ao mesmo tempo, vejo que as pessoas não têm tempo pra nada.

Muitas vezes, elas não sabem porquê e não conseguem abrir um espaço pra si mesmas no dia a dia. Por que isso acontece? Porque nos sentimos assim e qual é a importância do autoconhecimento nesse contexto?

FR: Essa pergunta é realmente muito intrigante porque, conforme tu falou, ao mesmo tempo, temos tecnologias nos ajudando a otimizar o tempo e pessoas com cada vez menos tempo.

Hoje em dia, eu não preciso ir até a casa do meu amigo a pé ou de carro. Eu posso, simplesmente, ligar pra ele e já consigo uma informação ou aquilo que eu desejava.

É muito mais rápido.

Isso sem falar de tecnologias como o próprio celular ou computador.

Elas nos ajudaram muito a gerenciar o nosso tempo, facilitar o nosso trabalho e fazer as coisas mais rápido. Não tem mais agendinha de mão. É tudo no digital, organizado e sincronizado.

Mas, simultaneamente, há pessoas que não conseguem realmente abrir espaço, parar e dedicar um tempo pra si.

E a resposta disso é algo que, antigamente, também era verdade. Não queremos, pela nossa própria natureza humana, sair da zona de conforto.

Isso faz com que a gente sempre façamos o mais habitual, mais automático.

Afinal, o que faz mais sentido?

Levantar, ir para o trabalho, voltar, almoçar ao meio-dia… padrões.

Nosso cérebro foi criado para desenvolver esses padrões, encontrar e se fixar neles, porque isso gera alívio para as coisas cotidianas e me liberam para o processo criativo, permitindo que pensamentos mais elaborados venham à tona.

Sair desse automático é sair da zona de conforto.

“Fazer um caminho diferente, parar um turno em uma semana corrida, na qual todos estão fazendo um monte de coisas, para fazer exercício de autoconhecimento? Não! Eu vou é trabalhar mais e mais e mais.”

Seja por necessidade ou, enfim… esse é o modelo. A gente se baseia muito no que já está estabelecido para encontrar padrões.

É aí que mora o perigo.

Precisamos ficar conscientes para buscar o autoconhecimento em diversos momentos da nossa vida. Sempre que necessário ou em períodos específicos.

Sempre validando aquilo que a gente quer, aonde queremos chegar, o que está desconfortável em nossa vida, e assim por diante.

É trazer isso para o consciente e agir. Tomar medidas para resolver questões e descobrir se o que estou fazendo agora é realmente o que eu deveria estar fazendo.

 

3. Quais seriam os primeiros passos ou ações que alguém poderia dar para se autoconhecer? E o que é preciso fazer, depois de começar, pra se manter atualizado sobre si mesmo, já que mudamos sempre?

FR: É verdade. A gente muda o tempo todo.

Eu sempre deixo bem claro porque, às vezes, quando trazemos à tona termos como autoconhecimento, coaching, metas… algumas pessoas têm a impressão de que, por meio deles, viramos super-heróis e nada mais vai acontecer.

“Eu resolvi meu problema de procrastinação e agora nunca mais eu vou procrastinar na vida. Eu resolvi essa questão, me autoconheci, e agora minha vida vai mudar completamente.”

Então, a pessoa passa o resto da vida sem reavaliar aquilo que ela decidiu naqueles exercícios ou naquele momento de autoconhecimento.

Entretanto, é exatamente isso que tu falou. É um hábito, não é um processo isolado e único.

Por quê? A gente muda o tempo todo.

Antes, eu era empregado e tinha certos desafios. Minha zona de conforto tinha um certo formato. Havia coisas nas quais eu batia e não conseguia sair dela.

Depois, descobrindo a minha missão e querendo ajudar outras pessoas, eu me tornei empreendedor. Será que a minha zona de conforto é a mesma? Não! É outra.

Eu me vi desafiado a gravar vídeos, por exemplo, que foi uma coisa bem difícil no início. Eu me vi desafiado a entender sobre negócios, que era uma coisa que eu não entendia.

E eu só queria passar minha mensagem ao mundo, como fosse, para quem quisesse ouvir.

Esse era o princípio inicial. Mas sabemos que é preciso ir criando a sensação de negócio, ter um processo, uma metodologia para ajudar outras pessoas.

Então, mudaram os desafios. Consequentemente, mudou a zona de conforto. Eu mudei.

Embora eu tenha falado de forma macro, isso acontece de forma micro também. Cada dia, vamos enfrentando coisas novas e mudando.

Pode ser que, ao longo do processo, deixemos algo importante para trás, perdendo um pouco o nosso equilíbrio.

Talvez eu trabalhe muito a questão do trabalho e a saúde fique um pouco de lado. Nessa hora, eu tenho que parar e dizer:

Quão importante a saúde é para mim?

Se for um valor muito importante, então aí entra a necessidade de reavaliar, ver o que precisa ser feito, colocar um plano de ação, uma meta, e correr atrás.

Esse processo é contínuo. Devemos buscar sempre o alinhamento. O autoconhecimento é importante para isso.

Lembrando que a gente não busca, necessariamente, a perfeição em todas as áreas, mas sim a partir do nosso objetivo atual.

Temos uma coisa maior que queremos buscar, mas os pequenos objetivos semanais, mensais e até diários, são importantes para sabermos se estamos no trilho, conforme determinamos antes.

Por isso a ideia de revisar, sempre se manter consciente daquilo que você está fazendo e por quê está fazendo o que está fazendo agora.

Essa é uma forma simples de se manter no caminho.

 

4. Quais coisas posso identificar em mim como sendo prejudiciais, limitantes, e como posso mudar isso?

FR: À medida que nos autoconhecemos, descobrimos pequenos desalinhamentos com o que a gente acredita e com o que queremos.

Muitas vezes, conscientemente, você no papel que quer alcançar uma meta distante, algo aparentemente difícil e, dentro de ti, aquelas vozes internas dizem:

  • Você não é capaz;
  • Não é fácil assim;
  • Só aquele cara conseguiu.

Essas são as regras que a gente cria. Chamamos elas de crenças limitantes.

Não tem a ver com religião. É apenas uma verdade absoluta sua. Uma verdade que você tem internamente e acredita ser real.

Quando identificamos essas crenças ao longo do tempo e criamos processos de autoconhecimento para descobri-las, percebemos que algumas coisas sempre nos barraram ou diminuíram nossa velocidade para fazer o que a gente queria fazer.

Sabe aquele projeto que você desistiu, ou aquela meta que estava lá na frente e não alcançou? Pode ser que não tenha alcançado porque realmente não colocou toda a sua energia e força para fazer aquilo.

Adivinha o porquê. Justamente porque havia uma crença te dizendo que eu não conseguiria ou que aquilo não era possível.

Por isso, um dos motivos pelos quais fazemos o processo de autoconhecimento é criar esse alinhamento novamente, entre o que eu quero e entre o que minha mente inconsciente acredita que eu sou capaz de buscar.

Isso tudo precisa estar cem por cento alinhado.

Existem diversas maneiras de eliminar essas crenças, os medos e outros sentimentos negativos. Mas tudo começa com o autoconhecimento.

 

5. E aquela coisa de querer ser igual alguém que a gente admira? Isso é autoconhecimento? É algo que a gente deve buscar?

FR: Essa pergunta é muito interessante porque existe uma diferença entre a inspiração, ou admiração, e a cópia, em que a pessoa quer ser exatamente igual.

Este segundo caso não é autoconhecimento.

Você tem um padrão de pessoas que admira e pessoas que você gostaria de criar algo parecido com o delas, ou ter alguma característica delas.

Isso é uma inspiração, ou seja, admiração por aquela pessoa.

Mas existe uma linha tênue entre entender que aquele é um ponto onde eu posso chegar e um ponto de querer ser exatamente igual aquela pessoa.

Isso é uma diferença que, falando assim parece grosseiro, mas na vida real é algo bem sutil de se perceber.

Temos que ter o cuidado de entender o que alguém pode nos agregar, e esse exercício é muito interessante, quais pessoas me inspiram e eu admiro, o que posso tirar de cada uma delas.

Alguns exemplos para ficar claro: Tony Robbins tem uma presença de palco inacreditável.

Vemos vídeos dele e só na tela do computador já percebemos que ele tem algo de muito encantador de se ter.

Eu admiro ele nesse sentido e busco aquilo. Estou bem longe ainda, diga-se de passagem, mas é um exemplo super válido.

Um outro cara, o Flávio Augusto, múltiplo empreendedor, que sabe fazer negócios bem. Também é um cara admirável.

Porém, em momento algum, quero ser Flávio Augusto ou Tony Robbins, porque não faria sentido. Não seria eu.

É uma questão de autenticidade.

Inclusive, muito bacana essa pergunta porque alinha muito com um artigo que tu escreveu recentemente falando sobre autenticidade.

Aquele artigo, definitivamente, responde essa pergunta.

No momento que admiramos alguém, se tentamos fazer exatamente como aquela pessoa, não estamos sendo autênticos. Não estamos tendo ela como modelo, mas simplesmente tentando fazer uma cópia.

E aí não estamos olhando os bastidores. Apenas o palco daquele pessoa.

Estamos vendo aquela pessoa como ela se mostra ao mundo, mas não sabemos os desafios que ela fez ou o que ela passa por trás dos panos.

Fica uma coisa meio obscura.

O ideal é termos esses modelos e adaptar à minha realidade.

Como eu, Fernando, interajo e uso aquilo que aprendi com aquela pessoa ao meu favor?

Assim, acrescento isso na minha identidade e sou autêntico.

 

6. Se eu descobri que tenho uma paixão muito forte e quero fazer algo que, aos meus olhos, parece incrível e significativo, de que forma posso agir em relação a isso, Fernando?

FR: O que eu posso dizer? Te atira! Hehe.

Eu acho que isso é um movimento cada vez mais frequente.

Venho acompanhando isso, brilhando os olhos também e vejo cada vez mais pessoas identificando atividades e trabalhos que realmente gostariam de fazer.

São significativos para elas e fariam a diferença para outras pessoas no mundo.

Acho que a solução inicial, o primeiro passo, é o autoconhecimento. Posso até citar um trabalho autoral meu mesmo, que é o Autoconhecimentos Para Inquietos, meu último livro lançado.

Ele fala justamente disso. Insatisfação pessoal, não contentamento. Porém, junto com a vontade de querer fazer algo que faça sentido, criar algo novo.

Esta é a ideia da inquietude.

Nesse nível da pergunta que você me fez, a pessoa já tem uma paixão muito forte. Mas algumas pessoas ainda estão em outros momentos.

Primeiro, elas não sabem o que querem fazer.

Depois, passam a uma segunda etapa na qual já têm uma ideia disso e começam a olhar para dentro com mais carinho, digamos. Começam a perceber coisas feitas por elas ao longo de suas vidas que as deixam felizes.

Esse é o ponto no qual pode vir o vislumbre, a transformação dessas coisas em um trabalho.

A partir daí, ela está mais com um pé no empreendedorismo. Ela pode realmente criar esse trabalho e ajudar outras pessoas de alguma forma.

Quando digo ajudar, temos a crença de que só um coach ajuda ou só o processo terapêutico… enfim, uma ideia de ajudar as pessoas apenas diretamente.

Na verdade, quando a gente usa este termo, estamos falando sobre criar uma nova profissão, que possibilite contribuirmos com o mundo.

Há muito tempo atrás, fiz um curso onde conheci uma menina que queria ser farmacêutica porque ela desejava inventar produtos para fazer as pessoas se sentirem massageadas, sentindo carinho corporal.

Eu achei isso fantástico!

Olhando de fora, o que a gente acha que uma farmacêutica faz?

Ela descreveu de forma tão singela aquele ato de fazer um produto que seja um carinho, com tanto amor,, que aquilo, definitivamente, é a missão dela.

É uma paixão muito forte que ela tem e pode criar uma coisa nesse sentido.

O autoconhecimento aparece aí:

  1. Descobrir sua paixão se você ainda não descobriu;
  2. Pensar como criar o trabalho e a vida que seja significativa pra você.

 

7. Fernando, agradeço imensamente a oportunidade dessa entrevista com você e, em nome dos leitores do blog, deixo um forte abraço pra ti!

FR: Também só tenho a agradecer por esse bate-papo, Matheus. Sempre que a gente conversa, e isso já aconteceu várias vezes, sempre trazemos conhecimento à tona.

A gente sempre se complementa de uma forma incrível.

É realmente uma conexão muito forte.

Os conceitos, o aprendizado que a gente tem, que você me agrega e eu vou também trazendo pra nossa discussão. Fica realmente genial!

Estou bem contente com esta conversa. Acho que deu para desmistificar bem a questão do autoconhecimento, trazendo ele para a realidade do agora.

 

QUER CONHECER O FERNANDO RUI?

FR: Quem quiser conhecer um pouco mais do meu trabalho, eu sou idealizador do portal Crescimento Contínuo (clique para acessar!) e escritor dos livros:

Autoconhecimentos Para Inquietos - Fernando Rui

  • O Poder Das Metas;
  • Autoconhecimento Para Inquietos.

Ambos estão na Amazon, através do Kindle.

Se você quiser conversar comigo, é só acessar meu site que a gente bate um papo mais intenso sobre autoconhecimento, desafios, objetivos…

Eu sou verdadeiramente apaixonado por tudo isso. Obrigado novamente pelo convite, Matheus!

Vamos marcar novas conversas para criar mais conhecimento e agregar mais ensinamentos valiosos, beleza?

 

AGORA É SUA VEZ!

O que achou dessa entrevista?

Deixa seu comentário compartilhando suas sacadas com os outros leitores que estão em suas jornadas de autoconhecimento também!

Abraços e tudo de bom!

Matheus Felter

Cirurgião-dentista. Clínico-geral. Mestrando em Clínica Odontológica.

Website: http://matheusfelter.com.br

  • Eduardo Soares

    Olá Matheus e Fernando Rui, acompanhei a entrevista, parabéns aos dois, duas mentes brilhantes. Em um momento foi citado na entrevista com relação as inquietudes as nossas ” paixões”. Gostaria que indicasse artigos sobre quando a pessoa ainda não conseguiu descobrir as suas próprias paixões, até mesmo por conta de muitas duvidas, inquietudes e personalidades. Obrigado. Grande abraço a vocês!

    • Olá, Eduardo!
      Tudo bem?

      Fico feliz por sua participação aqui. E também ficarei se puder te ajudar! :)

      Artigos em específico não saberei te indicar, pois, realmente, existe tanto material sobre o assunto… não valeria a pena indicar “um ou outro”, sendo que é melhor você ir seguindo sua própria busca conforme ler algo aqui, ali… e assim por diante. A internet permite isso com facilidade!

      Ainda assim, sugerirei algumas coisas:

      1) Pessoas/lugares que falam sobre o assunto: Chico Montenegro (Olhe Fora da Caixa), Leonardo Alvarenga (Vá Mais Longe), Paula Abreu (Escolha Sua Vida), Alana Trauczynski (Recalculando a Rota), Renata Lapetina (Multipotenciais.com.br – este é FANTÁSTICO!!! Minha última grande mudança começou visitando o site e conhecendo a comunidade dentro dele!);

      2) Livros e Treinamentos: Autocoaching (Luciano Pacheco), Programa Vá Mais Longe, Treinamento Believer (Fernando Rui).

      3) Se sentir vontade, entre na página de Contato aqui do site (http://matheusfelter.com.br/contato, me adicione no Wpp e vamos conversar mais. O quanto puder ajudar, conte comigo!

      Abraços e muito obrigado, Eduardo! :)

  • Fala Matheus, excepcional essa entrevista cara… Você levantou questões que farão todos pensar…

    Foi um prazer ter esse papo contigo, como sempre… Quando nos juntamos o resultado sempre sai bom…

    Parabéns pelo trabalho e por essa busca incansável do novo… É uma habilidade de poucos…

    Abração!

    • Oi, Fernando!
      Tudo bem?

      Agradeço muito você por ter dedicado o tempo necessário a responder cada uma dessas perguntas que o pessoal está vendo aqui, com tanta sabedoria.

      Obrigado e vambora que muito mais está por vir!

      Abraços.